Novos Focas
Formação e carreira em jornalismoArquivo paraTCC
Obras de referência
Eis algumas sugestões de obras de referência para seus estudos. Confira, também, o acervo de bibliotecas e levante novos títulos através de Ferramentas de Pesquisa, como aquelas listadas neste blog.
SOBRE LIVRO-REPORTAGEM (SUPORTE)
- ALMEIDA, Simão Farias. Livro-reportagem: um gênero de polêmica – O lugar do livro-reportagem, uma classificação. Boa Vista (RR): Grupo de Pesquisa Estudos Culturais Comparados em Jornalismo Literário Brasileiro/Universidade Federal de Roraima. Disponível em www.ufrr.br/component/option,com_docman/Itemid,267/task,doc_view/gid,670/ , acesso em 19 de janeiro de 2008.
- BELO, Eduardo. Livro-Reportagem. São Paulo, Editora Contexto, 2006.
- FALASCHI, Celso. Livro-reportagem ou Reportagem Grande? São Paulo: Academia Brasileira de Jornalismo Literário/Texto Vivo. Disponível em http://www.textovivo.com.br/celtt01.htm , acesso em 19 de janeiro de 2008.
- FERREIRA, Carlos Rogé. Literatura e Jornalismo, Práticas Políticas: discursos e contradiscursos, o novo jornalismo, o romance-reportagem e os livros-reportagem. São Paulo: Edusp, 2003.
- LIMA, Edvaldo Pereira. Páginas Ampliadas: o livro reportagem como extensão do jornalismo e da literatura. 3. ed. Barueri, SP: Manole, 2004.
- LIMA, Edvaldo Pereira. O que é livro-reportagem. São Paulo: Brasiliense, 1998. Coleção Primeiros Passos.
- MORAIS, Gabriela Weber de. Livro-reportagem: amealhando experiências para contar uma história. Florianópolis: II Encontro Nacional da Rede Alfredo de Carvalho. 15-17 de abril de 2004 . Disponível em http://www.jornalismo.ufsc.br/redealcar/cd/grupos%20de%20trabalho%20de%20historia%20da%20midia/historia%20da%20midia%20impressa/trabalhos_selecionados/gabriela_weber.doc , acesso em 22 de janeiro de 2008.
- PRIZIBISCZKI, Cristiane de Azevedo. A Práxis do Livro-reportagem: teoria e prática em diálogo. Santos (SP): XXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação/Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, 29 de agosto a 2 de setembro de 2007. Disponível em http://www.adtevento.com.br/intercom/2007/resumos/R1109-2.pdf , acesso em 19 de janeiro de 2008.
- SANTOS, Daniella de Almeida; OLIVEIRA, Eliane F. A (des) caracterização do livro-reportagem em projetos experimentais de jornalismo. São Paulo: Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares em Comunicação. Disponível em http://reposcom.portcom.intercom.org.br/dspace/bitstream/1904/16945/1/R1617-1.pdf , acesso em 19 de janeiro de 2008.
- WOLF, Tom. Radical Chique e o Novo Jornalismo. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Se for trabalhar com o tipo LIVRO-REPORTAGEM PERFIL, acrescentar ainda:
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ABREU, Alzira Alves de. Dicionário Biográfico: a organização de um saber. Caxambu: XXII Encontro Anual da Anpocs. 27-31 de outubro de 1998. Disponível em http://bibliotecavirtual.clacso.org.ar/ar/libros/anpocs/alves.rtf , acesso em 23 de maio de 2007.
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VILAS BOAS, Sérgio. Perfis e como escrevê-los. São Paulo: Summus Editorial, 2003.
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ZIMMERMANN, Tânia Regina; MEDEIROS, Márcia Maria de. Biografia e Gênero: repensando o feminino. In: Revista de História Regional 9, vol.1, Verão 2004. Disponível em http://www.rhr.uepg.br/v9n1/912zimmermann.pdf , acesso em 23 de maio de 2007.
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LEITURA COMPLEMENTAR (LIVROS-REPORTAGEM)
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BARCELLOS, Caco. Abusado – o dono do Morro Dona Marta. Rio de Janeiro: Record, 2003.
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BARCELLOS, Caco. Rota 66 – A história da polícia que mata. Rio de Janeiro: Record, 1992.
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BERNSTEIN, Carl; WOODWARD, Bob. Todos os homens do presidente. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1976.
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CAPOTE, Truman. A Sangue Frio. São Paulo: Companhia das Letras, 2003.
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CASTRO, Ruy. Estrela Solitária – Um Brasileiro Chamado Garrincha. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
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CASTRO, Ruy. Chega de Saudade. São Paulo: Companhia das Letras, 2001.
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DIMENSTEIN, Gilberto. Meninas da Noite - a prostituição de meninas escravas no Brasil. São Paulo: Ática, 1997.
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DIMENSTEIN, Gilberto. O Mistério das Bolas de Gude: história de humanos quase invisíveis. Campinas – SP, Papirus, 2006.
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FIGUEIREDO, Lucas. Morcegos Negros – PC Farias, Collor e máfias. Rio de Janeiro: Record, 2000.
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HERSEY, John. Hiroshima. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
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MORAIS, Fernando. Olga. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
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VARELLA, Drauzio. Estação Carandiru. São Paulo: Companhia das Letras, 2002.
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VENTURA, Zuenir. Cidade Partida. 4ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1994
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ROTINAS PRODUTIVAS, TÉCNICAS DE REPORTAGEM E GÊNERO JORNALÍSTICO
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BELTRÃO, Luiz. Jornalismo Interpertativo. Porto Alegre: Sulina, 1976.
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COIMBRA, Oswaldo. O Texto da Reportagem Impressa: um curso sobre sua estrutura. 1ª ed. São Paulo: Ática, 2002.
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ERBOLATO, Mário. Técnicas de Codificação em Jornalismo – redação captação e edição em jornal diário. 5ª edição, 6ª reimpressão. São Paulo: Ática, 2004.
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FISHMAN, Mark. Manufacturing News. M. Albuquerque e F. Albuquerque (trad.) Austin: University of Texas, 1980. Mimeografado.
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GENRO FILHO, Adelmo. O Segredo da Pirâmide – para uma teoria marxista do jornalismo. Porto Alegre (RS), 1999. Disponível em www.adelmo.com.br, acesso em 22 de dezembro de 2007.
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LAGE, Nilson. A Reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. 2. ed. – Rio de Janeiro: Record, 2002.
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LIMA, Alceu Amoroso. O Jornalismo como Gênero Literário. São Paulo: Com/Arte; Edusp, 1990.
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MARQUES DE MELO, José. Jornalismo Opinativo. Campos do Jordão: Editora Mantiqueira, 2003.
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MEDINA, Cremilda. Entrevista: um diálogo possível. São Paulo: Ática, 2002.
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MEDINA, Cremilda. Notícia, um Produto à Venda – Jornalismo na sociedade urbana e industrial. 2ª ed. São Paulo: Summus, 1988. Coleção Novas Buscas em Comunicação, v. 24.
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MORAES, Luciano de. A Pauta. In: LAPA, Ronaldo; PEREIRA, Fernando (org.). Lições de Jornalismo. Número 1. Rio de Janeiro: UniverCidade, O Dia, 1998.NOVO Manual da Redação. São Paulo: Folha de S.Paulo, 2001.
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PEREIRA JÚNIOR, Luiz Costa. A Apuração da Notícia. Petrópolis (RJ): Vozes, 2006.
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PEREIRA JÚNIOR, Luiz Costa. Guia para a Edição Jornalística. Petrópolis (RJ): Vozes, 2006.
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PEROSA, Lílian. M. F. de Lima; ZANELLI, Maria Lúcia. Última Hora: uma revolução na imprensa brasileira. Rio de Janeiro: Secretaria Especial de Comunicação Social, 2003. Cadernos da Comunicação. Série: Memória, v. 7
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SILVA, Carlos Eduardo Lins da. O Adiantado da Hora: a influência americana sobre o jornalismo brasileiro. São Paulo: Summus, 1991.
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SILVA, Luiz Martins da. e outros. Jornalismo Público: o social como valor-notícia. Universidade de Brasília: Brasília, 2002. Disponível em http://209.85.165.104/search?q=cache:b7NUyuKP-tUJ:www.ucb.br/comsocial/mba/Jornalismo_publico_o_social_como_valor-noticia.pdf+%22luiz+martins%22+jornalismo+p%C3%BAblico+crit%C3%A9rio&hl=pt-BR&gl=br&ct=clnk&cd=6 , acesso em 10 de janeiro de 2007.
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SODRÉ, Muniz. FERRARI, Maria Helena. Técnica de Reportagem: notas sobre a narrativa jornalística. São Paulo: Summus, 1986.
-
SOUSA, Jorge Pedro. As Notícias e seus Efeitos – as ´teorias´ do jornalismo e dos efeitos sociais dos media jornalísticos. Disponível em http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=sousa-pedro-jorge-noticias-efeitos.html , acesso em 28 de fevereiro de 2002.
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PROJETO GRÁFICO
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COLLARO, Antônio Celso. Projeto Gráfico: teoria e prática da diagramação. 4ª ed. ver. e ampl. São Paulo, Summus, 2000.
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OLIVEIRA, Marina. Produção Gráfica para Designers. Rio de Janeiro: 2AB, 2002.
-
RIBEIRO, Milton. Planejamento Visual Gráfico. Brasília: LGE Ed., 2003.
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FOTOGRAFIA JORNALÍSTICA
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BENJAMIN, Walter. Pequena História da Fotografia. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo, Ed. Brasiliense, 1987.
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BUSSELLE, Michael. Tudo Sobre Fotografia. São Paulo: Pioneira, 1982.
-
GRADIM, Anabela. Manual de Jornalismo: estudos em comunicação. Covilhã, Universidade da Beira Interior, 2000.
-
KOSSOY, Boris. Fotografia & História. São Paulo-SP: Ateliê Editorial, 2001.
-
KOSSOY, Boris. Realidades e Ficções na Trama Fotográfica. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 1999.
-
MAUAD, Ana Maria. O Olho da História: fotojornalismo e história contemporânea. Disponível em: http://www.comciencia.br/reportagens/memoria/12.shtml , acesso em 12 de junho de 2007.
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SOUSA, Jorge Pedro. Uma História Crítica do Fotojornalismo Ocidental. Chapecó: Argos; Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2004.
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SOUSA, Jorge Pedro. Fotojornalismo: introdução à história, às técnicas e à linguagem da fotografia na imprensa. Florianópolis: Letras Contemporâneas, 2004.
- METODOLOGIA CIENTÍFICA
- GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5.ed. São Paulo: Atlas, 1999.
- LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Maria de Andrade. Fundamentos de Metodologia Científica. 6.ed. São Paulo: Atlas, 2005.
- CRITÉRIOS DE NOTICIABILIDADE E HIERARQUIZAÇÃO
- ERBOLATO, Mário L. Técnicas de Codificação em Jornalismo – redação, captação e edição no jornal diário. 5ª edição revisada e aumentada. São Paulo: Ática, 1991.
- GOMIS, Lorenzo. Do Importante ao Interessante – ensaio sobre critérios para a noticiabilidade no jornalismo. In: MACHADO, Elias; TEIXEIRA, Tattiana (org.). Pauta Geral – revista de jornalismo. Salvador, Editora Calandra. Ano 9, nº 4, 2002.
- SILVA, Luiz Martins da; CRISPIM, Renata; e outros. Jornalismo Público: o social como valor-notícia. Disponível em www.ucb.br/comsocial/mba/jornalismo_publico_o_social_como_valor-noticia.pdf , acesso em 01 de junho de 2007.
- SOUSA, Jorge Pedro. As Notícias e seus Efeitos – as ´teorias´ do jornalismo e dos efeitos sociais dos media jornalísticos. Disponível em http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=sousa-pedro-jorge-noticias-efeitos.html , acesso em 28 de fevereiro de 2007.
- WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. 5ª edição. Lisboa: Editorial Presença, 1999. p. 200-220
- NOTÍCIA
- ERBOLATO, Mário. Técnicas de Codificação em Jornalismo – redação captação e edição em jornal diário. 5ª edição, 6ª reimpressão. São Paulo: Ática, 2004.
- LAGE, Nilson. Linguagem Jornalística. 7ª ed. São Paulo: Ática, 2002.
- LAGE, Nilson. Estrutura da Notícia. São Paulo: Ática, 2002.
- LAGE, Nilson. A Reportagem: teoria e técnica de entrevista e pesquisa jornalística. São Paulo: Record, 2001.
- MEDINA, Cremilda. Notícia, um Produto à Venda – Jornalismo na sociedade urbana e industrial. 2ª ed. São Paulo: Summus, 1988. Coleção Novas Buscas em Comunicação, v. 24.
- CONCEITOS DE/SOBRE JORNALISMO
- GENRO FILHO, Adelmo. O Segredo da Pirâmide – para uma teoria marxista do jornalismo. Porto Alegre (RS), 1999. Disponível em www.adelmo.com.br, acesso em 22 de dezembro de 2007.
- MEDITSCH, Eduardo. O Jornalismo como Forma de Conhecimento. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 1992.
- MEDITSCH, Eduardo. O Jornalismo é uma Forma de Conhecimento? Beira Interior, Portugal: Setembro de 1997. Disponível em http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php/html2=meditsch-eduardo-jornalismo-conhecimento.html, acesso em 01 de junho de 2007.
- SOUSA, Jorge Pedro. As Notícias e seus Efeitos – as ´teorias´ do jornalismo e dos efeitos sociais dos media jornalísticos. Disponível em http://bocc.ubi.pt/pag/_texto.php3?html2=sousa-pedro-jorge-noticias-efeitos.html , acesso em 28 de fevereiro de 2002.
- TRAQUINA, Nelson. O Poder do Jornalismo – análise e texto da Teoria do Agendamento. Coimbra (Portugal): Minerva, 2000.
- TRAQUINA, Nelson. Teorias do Jornalismo: a tribo jornalística – uma comunidade interpretativa transnacional. V. 2, Florianópolis (SC): Insular, 2005.
- TRAQUINA, Nelson. Teorias do Jornalismo. V. 1, Florianópolis (SC): Insular, 2004.
- WOLF, Mauro. Teorias da Comunicação. 5ª ed. Lisboa: Editorial Presença, 1999.
Exigências para depósito de TCC
Veja o que deve ser depositado para avaliação de TCC
Centro Universitário da Bahia – FIB
Projeto de TCC
- Duas vias impressas do projeto com carta de aceite do orientador em anexo
- Uma via do projeto gravada em mídia (CD ou disquete)
Pré-banca:
- Duas vias impressas do relatório constando uma breve descrição do trabalho, tarefas já desenvolvidas, atividades a serem realizadas e anexos (lista de fontes já consultadas; capítulos/seções do memorial ou monografia já redigidos; pautas/matérias/fotografias/projeto gráfico já realizados; fichamentos das obras já lidas).
- Uma via do relatório, com as mesmas características citadas acima, gravada em mídia (CD ou disquete)
Banca:
- Três vias impressas do memorial e três vias originais do produto experimental ou, ainda, três vias da análise teórica impressas.
- Uma via do memorial e outra do produto experimental gravadas em mídia ou, ainda, uma via da análise teórica gravada em mídia.
Versão final para Biblioteca, Colegiado do curso e orientador:
- Três vias impressas do memorial (sendo uma encadernada em capa dura azul marinho com gravação em letras douradas e as demais com encadernação simples em espiral) e três vias originais do produto experimental ou, ainda, três vias da análise teórica impressas (sendo uma encadernada em capa dura azul marinho com gravação em letras douradas e as demais com encadernação simples em espiral).
- Uma via do memorial e outra do produto experimental gravadas em mídia ou, ainda, uma via da análise teórica gravada em mídia.
* Se houver co-orientador, deve-se adicionar uma via do Trabalho de Conclusão de Curso para ser entregue a ele.
Modelo de carta de aceite
MARCA DA INSTITUIÇÃO
Eu, ____________________________________________________, aceito orientar o trabalho de conclusão de curso ___________________________________________, do aluno _________________________________________________________ durante o semestre _________________, seguindo as normas desta instituição, e, desde já, afirmo que conheço o pré-projeto e solicito o seu encaminhamento a este coordenador para sua execução.
Salvador, ___________ de _____________________ de 200____.
Professor orientador
Aluno concluinte
Regulamento sobre TCC – FIB
REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO DE
GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL COM HABILITAÇÃO EM JORNALISMO
Aprovado pelo Colegiado do Curso de Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo da Faculdade Integrada da Bahia, no primeiro semestre de 2003. Revisado no segundo semestre de 2004 e em 05 de julho de 2006, pelo Colegiado do Curso.
TÍTULO I
DAS DISPOSIÇÔES PRELIMINARES
Art. 1° O presente Regulamento tem por finalidade normalizar as atividades relacionadas com o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) do currículo pleno do curso de Graduação em Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo, indispensável para a colação de grau.
Art. 2° O Trabalho de Conclusão de Curso consiste em uma atividade de pesquisa ou experimento laboratorial orientado, da área de Jornalismo, desde que se enquadre nas linhas de trabalho determinadas pelo Colegiado do Curso.
§ 1° Os acadêmicos poderão desenvolver TCC nas seguintes linhas, a saber:
a – Jornalismo e Política
b – História do Jornalismo
c – Jornalismo e Terceiro Setor
d – Radiojornalismo
e – Telejornalismo
f – Jornalismo Impresso
g – Jornalismo Digital
h – Teorias do Jornalismo
i – Ética Jornalística
j – Fotografia Jornalística
k – Assessoria de Comunicação
§ 2° Os trabalhos dividem-se em dois grupos:
a – Monografia
b – Projeto Experimental (PEX), constituído por produto jornalístico e memorial crítico e descritivo.
§ 3° Aqueles pertencentes ao grupo A devem ser individuais.
§ 4° Aqueles pertencentes ao grupo B podem ser desenvolvidos tanto individualmente quanto em dupla.
§ 5° Excepcionalmente, o Colegiado do Curso pode aprovar o desenvolvimento de PEX em trio, desde que o projeto justifique tal demanda.
§ 6° Considera-se como Projeto Experimental os seguintes produtos jornalísticos, a saber:
a) Grande reportagem impressa: Reportagem apresentada de acordo com a linha editorial de um veículo de circulação nacional ou regional; diagramada e impressa em formato standard, ofício, tablóide ou similar; e em tamanho entre 8 (oito) e 12 (doze) páginas, ficando seu autor encarregado de apresentar autorização por escrito da empresa mantenedora do veículo no momento da entrega do pré-projeto.
b) Livro-reportagem: Texto jornalístico em formato de livro, com, no mínimo, 72 páginas.
c) Jornal: Produto jornalístico em formato standard, ofício, tablóide ou similar, em tamanho de 8 (oito) a 12 (doze) páginas.
d) Revista: Produto jornalístico de no mínimo 32 páginas para formato A4 ou maior, ou de no mínimo 48 páginas para formato menor que A4.
e) Programa radiofônico ou televisivo: Programa realizado a partir de técnicas de apuração e com linguagem exclusivamente jornalísticas, dividido em blocos e com duração 12 e 20 minutos.
f) Grande reportagem televisiva: Reportagem realizado a partir de técnicas de apuração e com linguagem exclusivamente jornalísticas, dividida em blocos temáticos e com duração 16 e 20 minutos.
g) Documentário televisivo: Vídeo realizado a partir de técnicas de apuração e com linguagem jornalísticas mas que também utiliza elementos característicos de áreas como o cinema, com duração entre 20 e 30 minutos.
h) Grande reportagem radiofônica: Reportagem realizado a partir de técnicas de apuração e com linguagem exclusivamente jornalísticas, dividida em blocos temáticos e com duração 16 e 20 minutos.
i) Documentário radiofônico: Produto realizado a partir de técnicas de apuração e com linguagem jornalísticas mas que também utiliza elementos característicos de outras áreas, com duração entre 20 e 30 minutos.
j) Sítio: Produto jornalístico em suporte Web, com utilização de recursos multimidiáticos.
k) Fotorreportagem: Coleção de fotografias jornalísticas sobre um tema pré-estabelecido, acompanhada de texto. Pode ser apresentada em formato de livro, com no mínimo 32 páginas, ou através de exposição de no mínimo 16 unidades (formato 20X30cm ou maior), montada pelo acadêmico durante a semana de apresentações públicas do TCC, com catálogo específico.
l) Plano de comunicação: Pesquisa com diagnóstico e plano de comunicação com ênfase em assessoria de imprensa.
Art. 3º Os objetivos gerais do Trabalho de Conclusão de Curso são propiciar aos acadêmicos a demonstração do grau de habilitação adquirido, o aprofundamento temático, o aprimoramento da capacidade de interpretação e crítica, além de estimular os acadêmicos a desenvolverem produtos inovadores e realizarem pesquisa científica.
TÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO GERAL
CAPÍTULO I
DOS ÓRGÃOS SUPERIORES
Art. 4º Compete ao Colegiado de Curso:
a) Indicar os professores-orientadores;
b) Analisar, em grau de recurso, as decisões dos professores-orientadores;
c) Analisar os recursos das avaliações das bancas examinadoras;
d) Tomar, em primeira instância, todas as demais decisões e medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste Regulamento;
e) Analisar e aprovar alterações neste Regulamento;
f) Resolver os casos omissos neste Regulamento e interpretar seus dispositivos;
g) Designar os integrantes das bancas examinadoras, na época prevista pelo calendário acadêmico;
h) Analisar, em grau de recurso, as decisões das bancas examinadoras em matéria atinente ao Trabalho de Conclusão do Curso de Graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo.
Art. 5º Pode o Colegiado do Curso convocar, quando necessário, reuniões com os professores-orientadores, buscando cumprir e fazer cumprir este Regulamento e disposições legais pertinentes à matéria.
Art. 6º Compete ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Consepe):
a) Analisar, em grau de recurso, as decisões do Colegiado do Curso;
b) Tomar, em grau de recurso, todas as demais decisões e medidas necessárias ao efetivo cumprimento deste Regulamento.
CAPÍTULO II
DOS PROFESSORES-ORIENTADORES
Art. 7º Cabe ao Colegiado do Curso indicar os professores que integram o quadro de orientadores.
§ 1º Os professores-orientadores são aprovados para um período de um (1) ano.
§ 2º Os professores-orientadores exercem a função em horário previamente aprovado pela Coordenação do Curso com carga horária compatível ao número de orientados.
Art. 8º Aos professores-orientadores compete, em especial:
a) Atender aos acadêmicos matriculados em Trabalho de Conclusão de Curso;
b) Proporcionar, com ajuda dos professores, mestres ou doutores da área, orientação básica aos acadêmicos em fase de elaboração de seus trabalhos de conclusão de curso;
c) Emitir parecer com decisão das bancas examinadoras, após apreciação da defesa do Trabalho de Conclusão de Curso;
d) Providenciar o encaminhamento à Biblioteca Central de cópias dos trabalhos aprovado;
e) Participar das bancas para as quais estiver designado, em especial as de seus orientandos;
f) Freqüentar as reuniões convocadas pela Coordenação do Curso;
g) Atender, semanalmente, no seu horário estabelecido, aos acadêmicos orientandos;
h) Cumprir e fazer cumprir este Regulamento.
Art. 9º O Trabalho de Conclusão de Curso desenvolvido sob a orientação de um professor é atividade de natureza acadêmica e pressupõe a alocação de parte do tempo de ensino dos professores à atividade de orientação, na forma prevista nas normas internas da FIB.
Art. 10º Cabe ao acadêmico escolher o professor-orientador dentre o quadro apresentado pelo Colegiado do Curso, de acordo com o número de vagas, previamente definido.
§ 1º Ao assinar o projeto de TCC, o professor está aceitando a sua orientação.
§ 2º Se o acadêmico desejar, poderá indicar um co-orientador desde que assuma os custos de tal serviço e obtenha aprovação de seu orientador.
Art. 11º Na indicação dos professores-orientadores, o Colegiado do Curso deve levar em consideração, sempre que possível, a distribuição de acordo com as áreas de interesse dos professores, bem como um número eqüitativo de orientandos entre eles.
Art. 12º Cada professor pode orientar até, no máximo, 3 (três) Trabalhos de Conclusão de Curso, por semestre.
Art. 13º O acadêmico ou professor-orientador que desejar substituição deve encaminhar proposta nesse sentido, até 30 (trinta) dias após o início do semestre de execução do TCC, ao Colegiado do Curso, que se pronunciará segundo as circunstâncias apresentadas na justificativa, após reunião extraordinária.
Parágrafo único – É da competência do Colegiado do Curso a solução de casos especiais, podendo ele, se entender necessário, encaminhá-los para a Pró-reitoria de Graduação.
Art. 14º A responsabilidade pela elaboração do TCC é integralmente do acadêmico, o que não exime o professor-orientador de desempenhar, adequadamente, dentro das normas definidas neste Regulamento, as atribuições decorrentes da sua atividade de orientação.
TÍTULO III
DA ELABORAÇÃO DO TCC
CAPÍTULO I
DOS PROCEDIMENTOS DO ACADÊMICO
Art. 15º É considerado acadêmico em fase de realização de Trabalho de Conclusão de Curso todo aquele que já estiver regularmente matriculado e tiver sido aprovado, conforme estabelecido pela FIB, todas as disciplinas até o 7º período, inclusive.
Art. 16º O acadêmico, em fase de realização do Trabalho de Conclusão de Curso, tem, entre outros, os seguintes deveres específicos:
a) Freqüentar as reuniões convocadas pelo Colegiado do Curso ou pelo seu orientador;
b) Comparecer aos encontros com o professor-orientador para discussão e aprimoramento de sua pesquisa, devendo justificar eventuais faltas;
c) Cumprir o calendário divulgado pelo Colegiado do Curso para entrega de projetos, relatórios parciais, Monografia, e Projeto Experimental;
d) Elaborar relatórios parciais do Trabalho de Conclusão de Curso se solicitado pelo professor-orientador ou pela Coordenação do Curso;
e) Efetuar os depósitos das vias originais e cópias do Trabalho de Conclusão de Curso, de acordo com o estabelecido por este Regulamento;
f) Comparecer em dia, hora e local determinados para apresentar e defender a versão final de seu TCC;
g) Fazer as correções no TCC indicadas pela banca examinadora;
h) Cumprir este Regulamento.
CAPÍTULO II
DAS ETAPAS DO TRABALHO
Art. 17º A elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso compreende duas etapas a serem realizadas em dois semestres subseqüentes.
§ 1º A primeira etapa se inicia com a entrega do pré-projeto à Coordenação do Curso, acompanhado da carta de aceite de orientação assinada por um professor do quadro de orientadores.
§ 2º A segunda etapa corresponde à elaboração e à defesa oral do TCC perante banca examinadora.
SEÇÃO I – DO PRÉ-PROJETO
Art. 18º O acadêmico deve elaborar seu pré-projeto de conclusão de curso de acordo com este Regulamento e com as orientações de seu professor-orientador.
Parágrafo único – A estrutura formal do pré-projeto deve seguir os critérios técnicos estabelecidos nas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) sobre documentação, no que eles forem aplicáveis.
Art. 19º A estrutura do pré-projeto de TCC compõe-se de:
Monografia:
· Capa: Identificação [instituição, autoria, título e sub-título (se houver), orientador e data (mês e ano)];
· Apresentação: delimitação do problema e indicação da base teórica e conceitual;
· Justificativa: relevância da pesquisa e suas contribuições;
· Objetivos;
· Hipóteses;
· Revisão de literatura: situar o estado da arte do tema em questão, dos clássicos ao contemporâneo;
· Metodologia: etapas de elaboração, procedimentos de apuração a serem adotados;
· Previsão orçamentária;
· Cronograma;
· Referências.
Projeto Experimental:
· Capa: Identificação [instituição, autoria, título e sub-título (se houver), orientador e data (mês e ano)];
· Apresentação: delimitação do produto, indicação da base teórica e conceitual, indicação do público-alvo;
· Justificativa: relevância da pesquisa e suas contribuições;
· Objetivos;
· Revisão de literatura: situar o estado da arte do tema em questão, dos clássicos ao contemporâneo;
· Metodologia: etapas de elaboração do PEX, procedimentos de apuração a serem adotados;
· Previsão orçamentária e de recursos materiais e humanos;
· Cronograma;
· Referências.
O pré-projeto de PEX, de acordo com a especificidade, deve conter ainda no caso de:
· Grande reportagem impressa: Pré-pautas (indicação de viés e fontes), autorização por escrito da empresa mantenedora do veículo cuja linha editorial será utilizada como referencial;
· Livro-reportagem: Projeto editorial preliminar (configuração do conteúdo, seções/editorias, colunas, mão-de-obra, aspectos gráficos e de edição);
· Jornal: Pesquisa de mercado (demanda, público alvo, público estimado), projeto editorial preliminar (configuração do conteúdo, seções/editorias, colunas, mão-de-obra, aspectos gráficos e de edição);
· Revista: Pesquisa de mercado (demanda, público alvo, público estimado), projeto editorial preliminar (configuração do conteúdo, seções/editorias, colunas, mão-de-obra, aspectos gráficos e de edição);
· Programa radiofônico ou televisivo: Pesquisa de mercado (demanda, público alvo, público estimado), projeto editorial preliminar (configuração do conteúdo, seções/editorias, colunas, mão-de-obra, aspectos gráficos e de edição);
· Grande reportagem televisiva: Pré-pautas (indicação de viés e fontes);
· Documentário televisivo: Pré-roteiro;
· Grande reportagem radiofônica: Pré-pautas (indicação de viés e fontes);
· Documentário radiofônico: Pré-roteiro;
· Sítio: Pesquisa de mercado (demanda, público alvo, público estimado), projeto editorial preliminar (configuração do conteúdo, seções/editorias, colunas, mão-de-obra, aspectos gráficos e de edição);
· Fotorreportagem: Projeto editorial preliminar (configuração do conteúdo, seções/editorias, colunas, mão-de-obra, aspectos gráficos e de edição);
· Plano de comunicação: Definição de cliente de fato, o seu histórico, o documento que comprova a aceitação do cliente em fazer parte da pesquisa, demanda e diferencial do serviço proposto.
Art. 20º O pré-projeto deve ser entregue à Coordenação do Curso em duas vias digitadas, assinadas e cópia do arquivo gravado em mídia (disquete, CD etc.), na data prevista no calendário acadêmico.
§ 1º Uma via impressa e a cópia em mídia são arquivados na Coordenação do Curso, sendo a outra via impressa destinada ao professor-orientador.
§ 2º O professor-orientador deve ceder ao acadêmico, para que ele encaminhe à Coordenação do Curso, carta de aceite confirmando sua intenção de fazer a orientação.
§ 3º Caso não seja entregue o pré-projeto na data fixada ou no caso de reprovação definitiva na disciplina Elaboração de Projetos em Comunicação, o acadêmico fica impedido de se matricular na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso no semestre vigente.
Art. 21º Para a execução do pré-projeto de conclusão de curso deve ser levada em consideração a existência ou não de Trabalhos de Conclusão de Curso já apresentados e defendidos com base em projeto idêntico.
Art. 22º Aprovado o pré-projeto de conclusão de curso, a mudança de tema só é permitida mediante a elaboração de um novo pré-projeto e o preenchimento dos seguintes requisitos:
a) Mudança dentro de um prazo não superior a 10 (dez) dias, contados da data de início do período letivo em que o acadêmico esteja cursando Trabalho de Conclusão de Curso;
b) Aprovação do professor-orientador;
c) Concordância do professor-orientador em continuar com a orientação ou a concordância expressa de outro docente, do quadro de orientadores, em substituí-lo;
d) Aprovação do Colegiado do Curso.
Parágrafo único – Mudanças que não comprometam as linhas básicas do projeto são permitidas a qualquer tempo, desde que com a autorização do orientador.
SEÇÃO II – DA PRÉ-BANCA
Art. 23º Ao final da AVI, deverá ser apresentado pelo acadêmico a uma banca examinadora, doravante designada de pré-banca, um relatório das atividades já realizadas pelo acadêmico matriculado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso e das que ainda serão implementadas, além das dificuldades enfrentadas na fase inicial do processo.
Art. 24º A estrutura do relatório de atividades para a Pré-banca compõe-se de:
Monografia
· Capa;
· Apresentação;
· Justificativa;
· Objetivos;
· Atividades já implementadas (leitura de bibliografia, entrevista, análise etc.);
· Atividades a serem efetivadas;
· Cronograma completo;
· Dificuldades enfrentadas;
· Conclusões (o que será feito para assegurar a qualidade e o prazo);
· Apêndice com pelo menos um capítulo da monografia.
Projeto Experimental
· Capa;
· Apresentação;
· Justificativa;
· Objetivos;
· Atividades já implementadas (leitura de bibliografia, entrevista, análise etc.);
· Atividades a serem efetivadas;
· Cronograma completo;
· Dificuldades enfrentadas;
· Conclusões (o que será feito para assegurar a qualidade e o prazo);
· Apêndice com o material já elaborado para o produto, no caso de:
- Grande reportagem impressa: primeira versão do texto;
- Livro-reportagem: primeiro capítulo, projeto gráfico-editorial e fontes já consultadas;
- Jornal: projeto gráfico-editorial, textos e fotos já prontos
- Revista: projeto gráfico-editorial, textos e fotos já prontos
- Programa radiofônico ou televisivo: roteiro, enumeração de sonoras prontas, amostra das imagens e sonoras captadas;
- Grande reportagem televisiva: roteiro, enumeração de sonoras prontas, amostra das imagens e sonoras captadas;
- Documentário televisivo: roteiro, enumeração de sonoras prontas, amostra das imagens e sonoras captadas;
- Grande reportagem radiofônica: roteiro, enumeração de sonoras prontas, amostra das imagens e sonoras captadas;
- Documentário radiofônico: roteiro, enumeração de sonoras prontas, amostra das imagens e sonoras captadas;
- Sítio: textos preliminares, projeto editorial e de web design;
- Fotorreportagem: projeto gráfico-editorial, fotos já prontas;
- Plano de comunicação: pesquisa de diagnóstico, texto do plano de ações já pronto.
Parágrafo único – A estrutura formal do relatório deve seguir as normas da ABNT sobre documentação, no que elas forem aplicáveis.
Art. 25º Sobre a Pré-banca, determina-se que:
a) seja um instrumento para análise do desenvolvimento do TCC, sobretudo no que se refere à metodologia, aos resultados obtidos em fase preliminar pelo acadêmico e à viabilidade de sua execução no semestre vigente diante das condições de produção e do seu estágio;
b) seja constituída pelo professor-orientador e por um outro professor do curso, que tenha experiência profissional ou em pesquisa na linha, metodologia e/ou temática do TCC;
c) seja realizada tal análise a partir de relatório de atividades e defesa oral do acadêmico, em sessão fechada com a participação restrita aos orientando, examinadores e um representante da Coordenação de Curso, caso seja necessário.
SEÇÃO III – DO RELATÓRIO PARCIAL
Art. 26º O acadêmico deve elaborar, em caso de exigência do professor-orientador ou da Coordenação do Curso, um relatório de TCC de acordo com este Regulamento e com as indicações de seu professor-orientador.
Parágrafo único – A elaboração do relatório deve compreender, através de um texto escrito, a apresentação parcial dos resultados obtidos e ordenados de acordo com os objetivos do TCC, considerando o referencial teórico utilizado, tendo como apêndice o material desenvolvido até aquela data para compor a Monografia ou o Projeto Experimental.
SEÇÃO IV – DA MONOGRAFIA
Art. 27º A Monografia deve ser elaborada considerando-se:
a) na sua estrutura formal, os critérios técnicos estabelecidos pelas normas da ABNT sobre documentação em vigor, no que forem eles aplicáveis;
b) para seu conteúdo, a realização de trabalho de campo, ou seja, de uma pesquisa em um determinado espaço da realidade empírica, sob a análise do quadro teórico que a define, salvo as exceções devidamente submetidas e aprovadas pelo Colegiado do Curso;
c) para sua formatação, que o tamanho mínimo do trabalho monográfico é de 60 (sessenta) páginas de texto escrito em Times New Roman, corpo 12.
Art. 28º A estrutura formal da Monografia compõe-se de:
· Capa;
· Folha de rosto;
· Ficha catalográfica;
· Folha de aprovação;
· Agradecimentos (optativo);
· Dedicatória (optativo);
· Epígrafe (optativo);
· Sumário;
· Lista de ilustrações;
· Lista de abreviaturas, siglas e símbolos (se houver);
· Resumo;
· Texto: Introdução, desenvolvimento e considerações finais;
· Referências;
· Apêndices;
· Anexos.
Art. 29º A Monografia deve ser entregue à Coordenação do Curso em três vias encadernadas em espiral para avaliação da banca examinadora e, após sua aprovação pelos examinadores, em três vias encadernadas em capa dura azul com letras douradas com uma cópia gravada em mídia (disquete, CD etc.).
Parágrafo único – Caso o acadêmico tenha co-orientador, deve ser entregue uma via adicional da versão definitiva.
SEÇÃO V – DO PROJETO EXPERIMENTAL
Art. 30° O Projeto Experimental deve ser elaborado considerando-se:
a) os critérios técnicos estabelecidos pelas normas da ABNT sobre documentação em vigor, no que forem eles aplicáveis;
b) a realização de revisão de literatura, a ser incluída no memorial, sobre o suporte (livro-reportagem, jornal, revista etc.), a linguagem/especialização (jornalismo ambiental, jornalismo científico, jornalismo econômico etc.) e o objeto (conteúdo) utilizados no desenvolvimento do produto;
c) a descrição e a análise crítica dos procedimentos técnicos-metodológicos que levaram ao modelo final, ricamente ilustradas, a serem incluídas no memorial.
d) que o corpo do memorial deve possuir, no mínimo, 30 (trinta) páginas de texto escrito em Times New Roman, corpo 12, não considerando os elementos pós-textuais;
Art. 31° A estrutura formal do Memorial compõe-se de:
· Capa;
· Folha de rosto;
· Ficha catalográfica;
· Folha de aprovação;
· Agradecimentos (optativo);
· Dedicatória (optativo);
· Epígrafe (optativo);
· Sumário;
· Lista de ilustrações;
· Lista de abreviaturas, siglas e símbolos (se houver);
· Resumo;
· Texto: Introdução (apresentação do projeto gráfico-editorial, do público-alvo, dos autores do projeto etc.); Desenvolvimento (revisão de literatura, procedimentos técnicos e metodológicos; e Considerações Finais;
· Referências;
· Apêndices;
· Anexos.
Art. 32° O memorial deve responder às seguintes perguntas, não necessariamente nesta ordem:
· Por que o formando optou por este projeto?
· Quais os pressupostos teóricos que orientaram sua elaboração?
· Quais os principais desafios enfrentados?
· Em que o seu produto se diferencia daqueles já elaborados pelo mercado?
· Quais as justificativas para a elaboração do produto escolhido?
· Que objetivos nortearam a elaboração do produto escolhido?
Art. 33° Para avaliação da banca examinadora, três vias do produto jornalístico resultante do Projeto Experimental devem ser entregues à Coordenação do Curso, acompanhadas de três vias do memorial encadernadas em espiral. Após sua aprovação pelos examinadores, três vias originais e uma cópia gravada em mídia (disquete, DC etc.) do produto jornalístico devem ser depositadas na Coordenação do Curso, junto com três vias encadernadas em capa dura azul com letras douradas e uma cópia gravada em mídia (disquete, CD etc.) do memorial.
Parágrafo único – Caso o acadêmico tenha co-orientador, deve ser entregue uma via adicional da versão definitiva do produto e do memorial.
TÍTULO IV
DA DEFESA E AVALIAÇÃO
CAPÍTULO I
DA BANCA EXAMINADORA
Art. 34º A versão final do TCC é defendida pelo acadêmico perante banca examinadora composta pelo professor-orientador, que a preside, e por outros dois membros, designados pelo Colegiado do Curso.
§ 1º Deve fazer parte da banca examinadora um membro escolhido entre os professores de outros cursos, com interesse na área de abrangência do TCC, ou entre profissionais de nível superior que exerçam atividades afins com o tema do TCC.
§ 2º Quando da designação da banca examinadora, deve também ser indicado um membro suplente, encarregado de substituir qualquer dos titulares em caso de impedimento.
Art. 35º A banca examinadora somente pode executar seus trabalhos com três membros presentes.
§ 1º Não comparecendo algum dos professores designados para a banca examinadora, sua ausência deve ser comunicada, por escrito, ao Colegiado do Curso.
§ 2º Não havendo o comparecimento dos 3 (três) membros da banca examinadora, deve ser marcada nova data para a defesa, sem prejuízo do cumprimento da determinação presente no parágrafo anterior.
Art. 36º Todos os professores do curso podem ser convocados para participar das bancas examinadoras, em suas respectivas áreas de atuação, mediante indicação do Colegiado do Curso.
Parágrafo único – Deve, sempre que possível, ser mantida a eqüidade no número de indicações de cada professor para compor as bancas examinadoras.
Art. 37º Não é permitido aos membros das bancas examinadoras tornarem públicos os conteúdos do TCC antes de sua defesa.
CAPÍTULO II
DA DEFESA
Art. 38º A Coordenação do Curso deve elaborar calendário semestral fixando prazos para a entrega dos trabalhos, designação das bancas examinadoras e realização das defesas.
§ 1º Quando a versão final do TCC for entregue com atraso, a relevância do motivo deve ser avaliada pelo Colegiado do Curso.
§ 2º Não é admitido um segundo atraso, significando esse a reprovação do acadêmico autor do TCC.
Art. 39º Após a data limite para a entrega da primeira versão do TCC, a Coordenação de Curso divulgará a composição das bancas examinadoras, os horários e as salas destinadas às suas defesas.
Art. 40º Os membros da banca examinadora, a contar da data de sua designação, têm o prazo máximo de 15 (quinze) dias para procederem a leitura do Trabalho de Conclusão de Curso.
Art. 41º Na defesa, o acadêmico (ou a dupla) tem até 30 (trinta) minutos para apresentar seu trabalho; cada componente da banca examinadora, até 10 (dez) minutos para se pronunciar; e o acadêmico (ou a dupla), mais 10 (dez) minutos, no máximo, para responder aos examinadores e/ou fornecer informações complementares solicitadas pelos membros da banca.
Parágrafo único – No caso de PEX documentário, grande reportagem ou programa televisivo ou radiofônico, o acadêmico (ou a dupla) tem até 40 (quarenta) minutos para mostrar seu TCC e fazer suas colocações iniciais.
CAPÍTULO III
DA AVALIAÇÃO
Art. 42º A atribuição das notas dá-se após o encerramento da etapa de argüição, obedecendo ao sistema de notas individuais por examinador, levando em consideração o texto escrito, a exposição oral e a defesa na argüição feita pela banca examinadora.
§ 1º A nota final do acadêmico é o resultado da média das notas atribuídas pelos membros da banca examinadora.
§ 2º A aprovação está condicionada às normas de avaliação estabelecidas pelo Estatuto do Centro Universitário da Bahia – FIB e divulgadas através do Manual do Aluno.
Art. 43º A banca examinadora deve reunir-se após a sessão de defesa pública e, se o TCC for aprovado, deve explicitar as correções a serem efetuadas pelo acadêmico, quando necessárias.
§ 1º As reformulações devem ser exigidas e justificadas de forma expressa, através de documento assinado pelos três membros.
§ 2º A banca examinadora informa o prazo e local para a apresentação da versão definitiva do TCC, de acordo com calendário estabelecido pela Coordenação.
§ 3º O lançamento da nota de aprovação na caderneta e a sua posterior divulgação ficam condicionados à apresentação da versão definitiva do TCC à Coordenação, conforme previsto por este Regulamento.
Art. 44º Os critérios de avaliação do TCC são:
Monografia
· Originalidade;
· Contribuição para a área de jornalismo;
· Consistência teórica;
· Clareza argumentativa e textual;
· Adequação às normas da ABNT, da instituição e previstas neste Regulamento;
· Adequação da metodologia aos objetivos propostos.
Projeto Experimental
· Originalidade;
· Inovação na proposta e execução do PEX, no que tange ao projeto editorial e também no projeto gráfico (para produtos impressos);
· Contribuição social;
· Contribuição para a área de jornalismo;
· Viabilidade mercadológica;
· Consistência teórica na revisão de literatura;
· Clareza argumentativa e textual;
· Adequação às normas da ABNT, da instituição e previstas neste Regulamento;
· Adequação da metodologia aos objetivos propostos.
Parágrafo único – Serão considerados reprovados os trabalhos que contenham cópia parcial ou integral de produção intelectual de terceiros, sem citação da fonte de acordo com as normas de documentação da ABNT vigentes.
Art. 45º O acadêmico que não entregar o TCC, ou que não se apresentar para a sua defesa oral, sem motivo justificado na forma da legislação em vigor, está automaticamente reprovado.
Art. 46º Se reprovado, fica a critério do acadêmico continuar ou não com o mesmo tema da Monografia, porém é obrigatória a redefinição de recorte teórico, problema e objetivos.
Parágrafo único – Optando por mudanças de tema, deve o acadêmico reiniciar todo o processo para elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso, desde a primeira etapa.
Art. 47º Se reprovado, fica a critério do acadêmico continuar ou não com o mesmo suporte e público-alvo do Projeto Experimental, porém são obrigatórias a definição de novos objetivos e a elaboração de novo projeto editorial e gráfico (para projetos impressos e sítio) e de novo roteiro (para produtos radiofônicos e televisivos).
Parágrafo único – Optando por mudanças de suporte e público-alvo, deve o acadêmico reiniciar todo o processo para elaboração do Trabalho de Conclusão de Curso, desde a primeira etapa.
Art. 48º Ao acadêmico cujo trabalho haja sido reprovado, é vedada a defesa oral do mesmo trabalho, qualquer que seja a alegação, nos semestres posteriores à sua reprovação.
TÍTULO V
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 49º Este Regulamento só pode ser alterado por decisão do Colegiado do Curso através do voto da maioria simples de seus membros.
Art. 50º Compete ao Colegiado do Curso dirimir dúvidas referentes à interpretação deste Regulamento bem como suprir as suas lacunas, expedindo os atos complementares que se fizerem necessários.
Art. 51º Este Regulamento entra em vigor na data de sua aprovação pelo Colegiado do Curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo.
Estrutura do memorial do TCC
Fique atento aos elementos essenciais e opcionais
a) Elementos pré-textuais:
Capa
Folha de rosto
Ficha catalográfica (se produto impresso; deve ser solicitada à Biblioteca Central com um mês de antecedência)
Termo de aprovação
Epígrafe (opcional)
Dedicatória (opcional)
Agradecimentos (opcional)
Resumo com cinco palavras-chaves, na língua portuguesa
Sumário
Lista de tabelas e gráficos (se houver)
Lista de imagens (se houver)
Ficha técnica (se produto áudio-visual)
Apresentação
b) Elementos textuais (mínimo de 20 páginas e máximo de 60 páginas):
Introdução – Traz a descrição do produto, além de uma síntese do tema enfocado e da justificativa pessoal e contribuição acadêmica e social para elaboração do TCC.
Projeto editorial (se impresso, também do projeto gráfico).
Objetivos geral e específicos.
Fundamentação técnica e conceitual (revisão de literatura).
Procedimentos metodológicos
Considerações finais
c) Elementos pós-textuais:
Referências
Glossário (se o tema abordado for técnico ou científico, com vocabulário restrito a um grupo específico.
Apêndice (cronograma, orçamento, pautas, roteiro de programas de rádio e TV e documentários, entrevistas transcritas, pesquisa de mercado para produtos periódicos).
Anexo (se houver documentação de terceiros útil para a compreensão da proposta do TCC).